Primeira Viagem Missionária ao Vale do Jequitinhonha
Palavra da viagem“Até aqui nos ajudou o Senhor.” — 1 Samuel 7:12
O propósito desta viagem
Conhecer o campo missionário, fortalecer a igreja local, servir famílias por meio da ação social e anunciar o Evangelho.
O diário da viagem
Depois de um período de oração e da confirmação do chamado de Deus para o Vale do Jequitinhonha, saímos de Betim na sexta-feira, 10 de outubro de 2025. Durante a madrugada descansamos algumas horas em uma pousada e, pela manhã, retomamos o caminho. Chegamos a Cachoeira de Pajeú por volta das 12h30, onde fomos recebidos pelo Pastor Elias Dias Alves. Depois do almoço, iniciamos a visita ao campo missionário.
A recepção e a ação social
O Pastor Elias nos apresentou o campo missionário e as congregações que conheceríamos. As cestas básicas foram distribuídas diretamente a algumas famílias e também deixadas com os obreiros, que conheciam de perto as necessidades de cada comunidade. Durante a viagem também foram entregues diversos Novos Testamentos.
Igreja Matriz — Cachoeira de Pajeú
A Igreja Matriz foi o ponto de partida para conhecer o campo presidido pelo Pastor Elias. Ali recebemos as orientações para a visita às congregações e compreendemos melhor a dimensão do trabalho realizado entre as comunidades rurais.
Congregação de Marcela
Marcela foi uma das primeiras congregações visitadas. Conhecemos uma igreja simples e acolhedora, onde percebemos a perseverança dos irmãos e o cuidado de Deus com aquele povo.
Congregação de Sumidouro
Em Sumidouro, o trabalho era desenvolvido principalmente com as crianças pelo obreiro de Santa Cruz de Salinas. Naquele período não havia membros adultos congregando regularmente, e a distância dificultava a permanência de um obreiro fixo. Mesmo assim, a semente do Evangelho continuava sendo lançada.
Congregação de Santa Cruz de Salinas
Santa Cruz de Salinas contava com o trabalho de um obreiro apoiado por uma associação missionária de Ipatinga. No domingo retornamos para a festividade da igreja. Depois do culto da manhã, participamos do evangelismo pelas ruas, convidando os moradores para o culto da noite. Durante esse trabalho foram distribuídos vários Novos Testamentos, e tivemos a alegria de ver um jovem entregar a vida a Jesus. Depois, compartilhamos um almoço especial preparado pelos irmãos na escola da comunidade.
Congregação de Retiro da Saudade
Para chegar a Retiro da Saudade, atravessamos o leito seco de um rio que, no período das chuvas, pode encher e impedir a passagem. Na primeira visita, o novo templo ainda estava em construção. Conhecemos de perto os desafios do obreiro e das famílias da comunidade, mas também vimos uma obra que Deus continuaria abençoando.
Culto na casa do irmão Valci
Já era noite quando chegamos à casa do irmão Valci, membro da Congregação de Água Boa. Ali realizamos um culto no lar com oração, Palavra e louvores conduzidos pelo Pastor e cantor Jhonatan Morais, com a participação de Maria Eduarda. Depois do culto, a família nos recebeu para o jantar.
Congregação de Água Boa
Depois do culto no lar, seguimos para Água Boa. Já era tarde, mas visitamos a congregação e concluímos a entrega das últimas cestas básicas. Em seguida, voltamos para Cachoeira de Pajeú para descansar após um dia intenso no campo missionário.
Uma semente plantada
Essa primeira viagem teve como propósito conhecer o campo, servir às famílias, fortalecer os obreiros e anunciar o Evangelho. Deus nos permitiu conhecer a Matriz e cinco congregações, realizar ação social, distribuir a Palavra e testemunhar uma vida rendida a Cristo. Voltamos para Betim entendendo que aquele era apenas o primeiro capítulo de uma história que o Senhor continuaria escrevendo.
“Até aqui nos ajudou o Senhor.” — 1 Samuel 7:12
Deus nos permitiu testemunhar
Cada número representa vidas, famílias e oportunidades que Deus nos concedeu servir. Toda honra e toda glória pertencem ao Senhor.
Frutos e testemunhos da graça de Deus
Deus confirmou o chamado para o Vale, fortaleceu a parceria com a igreja local e nos permitiu testemunhar uma vida entregue a Jesus Cristo.
O que aprendemos nesta expedição
A missão começou com oração, obediência e disposição para conhecer e servir o campo que Deus já havia preparado.
Até aqui nos ajudou o Senhor
“Então Samuel pegou uma pedra e a ergueu entre Mispá e Sem; e deu-lhe o nome de Ebenézer, dizendo: Até aqui nos ajudou o Senhor.” — 1 Samuel 7:12
A missão continua
Continuamos orando e aguardando aquilo que Deus fará nas próximas expedições missionárias.


















